quarta-feira, 6 de junho de 2018

SANDUÍCHE DA MARICOTA

Na interdisciplina de Didática e Planejamento do PEAD da UFRGS, solicitou que fizéssemos um vídeo mostrando a aplicação de uma atividade baseada em alguma história. Eu e minha colega Iasmim resolvemos aplicar uma atividade na minha turma de 1º ano. Planejamos, eu apliquei e filmei a atividade e ela editou o vídeo, foi um trabalho coletivo e colaborativo. Aprendemos muito com os trabalhos em grupo, pois cada indivíduo possui habilidades e competências em distintas áreas e a contribuição de um complementa a do outro num processo de mútua aprendizagem.
A história foi recontada com a participação dos alunos e o uso de bonecos de feltro. Os alunos adoraram participar da história e brincar com os bonequinhos que representava os personagens da história. A história fala da importância da autoria e eu aproveitei para falar das hipóteses de escrita que são legítimas e muito importantes, pois revela a forma como pensam a escrita.
O trabalho em grupo favorece na interação
Muitas atividades foram propostas depois da história. O vídeo mostra uma parte delas.


As atividades se tornam muito mais significativas a partir de um contexto. Diferente de trabalhar palavras soltas, sílabas sem sentido desconexas de qualquer significado para a criança.

terça-feira, 5 de junho de 2018

Desenvolvimento da Linguagem

    Relato da Experiência realizada em sala de aula.
A experiência se trata da construção coletiva de uma história em uma turma de 1º ano, faixa etária 6 -7 anos, com 20 alunos.
Material: 20 Cartões (20x15cm) cada um com uma gravura (pessoas, animais, objetos, alimentos, meios de comunicação, meios de transporte, cores, elementos da natureza) dispostos sobre uma mesa, virados para baixo.
Eu selecionei e virei o primeiro cartão e iniciei a história inserindo o nome da gravura na história. Fixei a gravura no quadro.
Em seguida, um aluno retirou um cartão com outra gravura e seguiu a história já iniciada por mim. E assim, sucessivamente.
A história foi se construindo, com as ideias dos alunos, mediada por mim. Em alguns casos, tive que dar um auxílio maior, pedindo auxílio para a turma, pois para alguns foi uma tarefa muito desafiadora. Depois que cada aluno virou um cartão e a história se construiu, todas as gravuras estavam expostas na metade do quadro branco e na mesma sequência da história.
Partimos então, para o texto escrito com base nas gravuras e relembrando a parte que cada um tinha inventado. Escrevi na outra metade do quadro, retomando com os alunos cada ideia criada pelos colegas.
Depois do texto escrito, fizemos a leitura da história.
O texto escrito foi reproduzido e distribuído aos alunos. Muitas atividades foram realizadas com base no texto: leitura oral (de memória) na frente da classe, localização de palavras, de trechos, pintura de letras solicitadas, ilustrações, dramatizações.

2-      Análise reflexiva desse relato.
Segundo Piaget, é através da ação e interação com o objeto de conhecimento e na interação com seus pares, através da linguagem que o indivíduo constrói conhecimento. Vigotsky e Piaget afirmam que a criança aprende interagindo com o meio social através da linguagem e com o objeto de conhecimento.
Uma atividade como essa relatada, favorece o raciocínio, a linguagem e exige do estudante coerência com aquilo que já foi construído.  Possibilita aos estudantes criar, agir, estabelecer relações, dialogar, enfrentar sua timidez, desenvolver sua capacidade de se expressar.
Foi possível perceber que nem todos os alunos possuem o mesmo desenvolvimento na sua linguagem, ou a mesma desenvoltura , pois não conseguiam criar ideias coerentes e coesas com o que já existia, como foi o caso de dois alunos. Com isso, a turma auxiliava com ideias e eles assim, conseguiam contribuir. .
            Vigotsky afirma em sua teoria sobre a Zona de Desenvolvimento Proximal, que o que a criança faz com auxílio hoje, amanhã, poderá fazer sozinha.  “Tudo que parece individual na pessoa é fruto de uma construção da relação com o outro coletivo. ”
            Com base nessas afirmações, acredito que esses dois alunos que não conseguiram sozinhos dar ideias para o texto coletivo e,  com auxílio dos  colegas conseguiram, possivelmente se forem oportunizadas novas situações semelhantes, terão um melhor desempenho.
            Essa interação social que acontece na sala de aula através da linguagem favorece a aprendizagem dos alunos, pois conforme Vigotsky e Piaget afirmam que “o desenvolvimento da lógica na criança é uma função direta da sua fala socializada.”
            A escrita coletiva do texto, sistematizando as ideias dos alunos e posterior leitura  são atividades que desenvolvem a linguagem através da interação social, no confronto de suas hipóteses, possibilitando ao aluno o estabelecimento de diversas relações, e como afirma Vigotsky ampliando as possibilidades de aprendizagem na interação com os outros.
Referência:

            Vídeos disponibilizado pela interdisciplina:

DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM INFANTIL (0 AOS 5 ANOS)

LINGUAGEM ORAL E ESCRITA 02 ATIVIDADE DE LINGUAGEM ORAL
DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM INFANTIL (0 AOS 5 ANOS)

segunda-feira, 28 de maio de 2018

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS



A partir da leitura dos textos “Jovens e adultos como sujeitos do conhecimento e aprendizagem”, de Marta Kohl de Oliveira e "Aprendizagem e desenvolvimento de jovens e adultos: novas práticas sociais, novos sentidos" de Patrícia Guimarães Vargas e  Maria de Fátima Cardoso Gomes, escreverei sobre as características da identidade, da linguagem e do pensamento do educando jovem e adulto, bem como as dificuldades enfrentadas por ele em sala de aula e em sua vida cotidiana.
Os alunos da EJA são sujeitos que além de serem considerados como  “não crianças”, muitos deles são migrantes de áreas rurais empobrecidas, excluídos da escola por diversos motivos, são seres  históricos, sociais e culturais, com muito conhecimento e experiências acumulados ao longo da vida, e que necessitam da escola  para desencadear o desenvolvimento de suas potencialidades. São, portanto, não objetos depositários de conhecimentos, mas sujeitos capazes de construir conhecimento e aprendizado.   Diferentemente das crianças, o jovem ou adulto podem ou não ter frequentado a escola, podem ou não ter um histórico de fracasso escolar, podem ou não querer estar no espaço escolar, certamente devem ter experiências boas ou não de leitura e escrita, pois certamente, precisaram ao longo da vida dar conta de algumas coisas, como pegar um ônibus, fazer compras, conferir troco, pagar contas, ler correspondências, receitas médicas e, devido a essas experiências,  podem trazer muitos conhecimentos e hipóteses  acerca da leitura e da escrita e principalmente, devido à experiência de vida, conhecimentos lógico-matemáticos. É fundamental que o professor faça um diagnóstico da turma, para minimamente saber por onde seguir seu trabalho, saber o que os alunos já conhecem, conhecer a história de cada um, o que é significativo propor para eles.
            Conciliar trabalho, família e escola, certamente é uma das maiores dificuldades dos alunos da EJA, sobretudo se forem mulheres, pois precisa ir de encontro aos preconceitos contra a mulher casada e com filhos que precisa estar em casa para dar conta se suas atribuições domésticas. Atribuir sentido aquilo que estuda na escola é outra dificuldade dos alunos da EJA, pois em muitas escolas, eles utilizam as mesmas atividades do público infantil tornando as aulas infantilizadas, algo sem significado para ele, um dos motivos da evasão escolar.
            De acordo com Oliveira (1999) é possível  identificar, na literatura, três grandes linhas de pensamento sobre as possíveis relações entre a cultura e a produção de diferentes modos de funcionamento intelectual: aquela que afirma a existência da diferença entre membros de diferentes grupos culturais, aquela que busca negar a importância da diferença, e uma terceira, que recupera a ideia da diferença em outro plano. A primeira  afirma que “se esses adultos não pensam de forma apropriada ou não são capazes de aprender adequadamente, isso se deve a sua pertinência a um grupo cultural específico. Subjacente a essa abordagem está uma postulação bastante determinista, que correlaciona, de forma estática, traços do psiquismo com fatores culturais que os determinariam.” A segunda que “todos somos inteligentes, todos pensamos de forma adequada, já que os mecanismos do psiquismo são universais. Paradoxalmente, o contexto, a cultura, a história, que parecem ser tão proeminentes nessa abordagem que busca romper com o etnocentrismo, seriam componentes quase que acessórios, que apenas permitem, favorecem, promovem a emergência daquilo que está posto como possibilidade psicológica de todos os seres humanos.” (Oliveira, 1997, p. 52) “A terceira abordagem está claramente associada à teoria histórico-cultural considerada a mais fecunda para a compreensão das relações entre cultura e modalidades de pensamento. Postula o psiquismo como sendo construído ao longo de sua própria história, numa complexa interação entre quatro planos genéticos: a filogênese, a sociogênese, a ontogênese e a microgênese. Nascido com as características de sua espé- cie, cada indivíduo humano percorre o caminho da ontogênese informado e alimentado pelos artefatos concretos e simbólicos, pelas formas de significação, pelas visões de mundo fornecidas pelo grupo cultural em que se encontra inserido.”( Oliveira, 1999,p.65)
Freire (2007, p. 20) entende que
 “toda prática educativa tem como objetivo ir além de onde se está”. A educação deve provocar novas compreensões, novos desafios que levem à busca de novos conhecimentos. É um processo contínuo de compreensão do mundo e de suas relações com ele numa realidade em transformação, podendo tornar-se uma prática de liberdade (FREIRE, 2008) e uma prática mediada (VYGOTSKY, 2008). Sendo assim, a educação deve estruturar-se na relação com os outros, por meio do diálogo, constituindo- -se numa situação de aprendizado em que os sujeitos participam interativamente do processo de conhecer o mundo em que estão inseridos. É, portanto, na realidade vivenciada e na visão de mundo dos jovens e adultos que se encontra o conteúdo da educação. A prática pedagógica consiste numa investigação do pensar e na discussão das visões de mundo expressas nas diversas maneiras de relacionar-se com os outros e com os objetos de conhecimento. (GOMES e VARGAS, 2013, p.451-452)

 “No processo de escolarização de jovens e adultos analfabetos, aprender a ler e a escrever ultrapassa o processo estrito de alfabetização; trata-se de uma aprendizagem permanente da totalização desses sujeitos, que instaura o mundo em que se humanizam, humanizando-o. Em outras palavras: [...] é a consciência reflexiva da cultura, a reconstrução crítica do mundo humano, a abertura de novos caminhos, o projeto histórico de um mundo comum, a bravura de dizer a sua palavra. (FREIRE, 2008, p. 12) E esse processo não tem limites.”(GOMES e VARGAS, 2013, p. 461)
                A proposta de Freire de alfabetização de adultos vai muito além da alfabetização em si, implica em oportunizar as pessoas o exercício da liberdade, da humanização, da democracia, do respeito às singularidades. Por muito tempo as escolas ridicularizaram os jovens e adultos tratando-os pedagogicamente como crianças. Freire traz uma nova visão de Educação para Jovens e Adultos. É preciso ouvir os estudantes, conhece-los, valorizar o que trazem, seus saberes suas histórias.

FREIRE, Paulo.. Educação como prática da liberdade. 16. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007.
______. Pedagogia do oprimido. 47. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008
OLIVEIRA, Marta Khol. Jovens e adultos como sujeitos de conhecimento e aprendizagem. Arquivo in: REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO Set/Out/Nov/Dez 1999 n.º 12. Trabalho apresentado na XXII Reunião Anual da ANPEd, Caxambu, setembro de 1999. 
VYGOTSKY, Lev S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 7. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008.

Meu mapa Conceitual de Inovações Pedagógicas e Tecnologias


Baseado nos autores estudados na Interdisciplina de Educação e Tecnologias da Informação do curso de Pedagogia da UFRGS produzi esse mapa conceitual.

Schlemmer, Eliane. O trabalho do o professor e o mundo da escola novas tecnologias. Revista Textual, p. 33-42, setembro 2006. Disponível em: 
<https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2424835/mod_resource/content/3/SCHLEMMER_O%20trabalho%20do%20professor%20e%20as%20novas%20tecnologias.pdf> Acesso em 06 jun. 2018.
Dutra, Ítalo Modesto. Lacerda, Rosália Procasko.  Tecnologias na escola: algumas experiências e possibilidades. CINTED-UFRGS.Novas Tecnologias na Educação. Vol. 1, 2013


Arquivo

segunda-feira, 21 de maio de 2018

O espaço do Brincar na escola


Assisti a uma palestra na UFRGS com Tânia Ramos Fortuna (foto) com o tema "Sala de Aula é lugar de brincar? Por uma Pedagogia do Brincar" um espetáculo de palestra. Sabe aquele peso na consciência de deixar as crianças brincarem um pouco mais? Perdi. Tania Fortuna traz os benefícios que o brincar na escola traz para as crianças, com uma consistente fundamentação teórica.
Escreverei aqui algumas ideias da palestra que merecem destaque:
* A brincadeira nos convoca à verdade.
* A escola  traz a cultura pautada na a utilidade "Brincar não é útil"
* A brincadeira indica as relações sociais do grupo e os papeis que cada um desempenha;
* Possibilita o ato de simbolizar e discriminar o significante do significado;
* Brincadeira pede flexibilidade, quando percebemos declíneo de interesse, devemos parar. As brincadeiras não podem ser longas para manter a atenção;
* Não é pedindo atenção que ganhamos a atenção dos alunos;
* Jogo é o momento da verdade;
* A brincadeira é tão generosa que mesmo quando dá errado, dá certo.
* Devemos respeitar o tempo e o espaço da criança e valorizar sua autonomia;
* Educador faz brincadeira de segunda potência., brinca de brincar.
* A brincadeira nos constitui, A gente aprende a ser quem é.
* A brincadeira é uma experiência substituta, matar é simbólico quando brincam de matar. Possibilita ao indivíduo vivenciar sua vontade de matar, brincando de matar. Ajuda a elaborar conflitos internos.
* Jogo didatizado é o grande vilão da Pedagogia do Brincar.
* Às vezes, a persistência do professor é baixa em propor momentos de brincar.

Identifiquei-me muito com a palestra. Sempre abri espaço em minhas turmas para os alunos brincar em livremente.
Realmente conseguimos observar as relações sociais dos alunos. Quem brinca com quem, quem brinca sozinho, quem é o excluído, que é o líder, etc.
Uma das minhas grandes dúvidas era em relação às armas de brinquedo, não sabia se devia ou não deixar que brincassem de arminha, mas depois da palestra, estou bem segura que isso não vai interferir negativamente na personalidade ou caráter dos meus alunos, ao contrário, ´possibilita eles vivenciarem seus dramas e conflitos. Algumas vezes, pensei que momentos de brincadeira tinham que ser limitados pois atividades didáticas seriam mais importantes para a aprendizagem dos alunos. Ouvindo a Tânia Fortuna falar me tira um peso das costas, como ela mesmo diz. Pois brincando as crianças aprendem muito, muito mais que em muitas atividades didáticas. Elas estabelecem relações, vivenciam diferentes papéis, vivem conflitos entre os colegas que exigem que cedam, que aceitam as ideias dos colegas e que também defendam a sua. Fazem divisões, quantificações, estimativas, representam personagens, desenvolvem a linguagem, entre tantas outras coisas.

terça-feira, 24 de abril de 2018

LINGUAGEM E CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO



O vídeo, fala sobre  Lev Vigotsky, professor, psicólogo, russo, judeu que fundou a Psicologia Histórico Cultural, onde ele afirma que “a cultura se integra ao homem pela atividade cerebral estimuladas pela interação entre parceiros sociais mediadas pela linguagem.”
            A linguagem é que nos diferencia dos outros animais, através dela, interagimos com o mundo, é ela que nos torna verdadeiramente humanos. Vigotsky define a Zona de Desenvolvimento Proximal como aquilo que a criança sabe fazer com a ajuda de alguém, mas não sabe fazer sozinha. O professor deve ser um mediador  e descobridor da Zona de Desenvolvimento Proximal, pois o que a criança faz com auxílio hoje, amanhã, fará sozinha.  Vygotski afirma que “Tudo que parece individual na pessoa é fruto de uma construção da relação com o outro coletivo.”
Jean Piaget e Vigotsky produziram ideias interessantes sobre a inteligência, pensamento, conhecimento, desenvolvimento e aprendizagem. Piaget se ocupou do sujeito epistêmico, mas sentiu a necessidade de pesquisar qual o papel da linguagem nesse processo, Vigotsky dedicou suas pesquisas na dimensão social da apropriação dos conhecimentos, e da Zona de Desenvolvimento Proximal, que trata da ampliação das possibilidades de aprendizagem na interação com os outros.
Vídeo disponibilizado pela interdisciplina Linguagem e Educação do Curso de Pedagogia à Distância da UFRGS, disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=_BZtQf5NcvE acesso em 23/04/2018.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

UMA NOVA PROPOSTA PARA ALFABETIZAR ADULTOS


No início da década de 60 Paulo Freire propõe um novo método de alfabetização de adultos. A partir de temas geradores que surgem na turma de educandos, com base nas experiências dos mesmos, naquilo que fazem sentido para eles. O (a) professor (a) elenca os temas significativos e partindo deles, trabalha, textos, palavras, frases, sílabas, letras, cálculos, enfim, cria um espaço de problemas para serem resolvidos pelos alunos, muito diferentes das cartilhas adaptadas e infantilizadas usadas na época. Fazem debates, pesquisas, textos coletivos de várias áreas de conhecimento onde são retiradas palavras para serem analisadas em partes menores. O educando é sujeito no seu processo de aprendizagem.
“A leitura de mundo precede sempre a leitura da palavra e a leitura desta implica a continuidade da leitura daquele.” (FREIRE, 1983, p.22)
 Conforme FREIRE(2005) “Enquanto se alfabetizam através do exercício do diálogo de forma democrática e planificada pelo(a) educador(a), os educandos conhecem melhor o mundo podem tomar posição frente aos problemas sociais que vão se desvelando.”



Referências:

FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 3. ed. São Paulo: Cortez/Autores Associados, 1983, p.22.)
MORAES, Mariléia Gollo de. Alfabetização - Leitura Do Mundo, Leitura Da Palavra - E Letramento: Algumas Aproximações
__________ Paulo Freire – Educar para transformar. ALMANAQUE HISTÓRICO – São Paulo, Mercado Cultural, 2005.