segunda-feira, 28 de março de 2016

RECREIO

Para alguns alunos, o recreio é o melhor momento da escola, pois se divertem e brincam à vontade.
Muitas escolas, se preocupam em criar projetos de recreios dirigidos e tiram a liberdade da criança brincar. É importante que possam correr, pular, brincar de lutinhas, embora isso possa parecer perigoso, é importante para seu pleno desenvolvimento.
Nas reuniões pedagógicas, a equipe diretiva da escola onde trabalho está sempre trazendo como pauta  a indesejável correria do recreio. Sempre  digo a mesma coisa, se não for disponibilizado para as crianças, materiais e brinquedos, elas vão optar por brincar de Pega-Pega. Ela quer que as crianças durante o recreio não corram, sem saber o quanto isso é importante para seu pleno desenvolvimento e sem disponibilizar nenhum material ou brinquedo para que possam brincar. Quando compartilhei o que vínhamos estudando na UFRGS sobre isso, percebi o quanto ficou chocada, mas  acredito que tenha passado a olhar com outros olhos as correrias e lutas do recreio, pois esse assunto parou de entrar na pauta das reuniões.
FERRARIS, Ana Oliveiro. Agitação que faz bem. Mente Cérebro. São Paulo: EDIOURO DUETTO EDITORIAL Ltda. Ano XVIII n° 216 jan/2011 (pp: 36-41)
Para Anna Oliverio Ferraris, Professora de Psicologia do Desenvolvimento da Universidade La Sapienza, em Roma,   "Correr, simular lutas, esconder-se diverte as crianças e contribui para seu desenvolvimento, permitindo que se aproximem do mundo de forma leve, explorando-o sem medo e desempenhando vários papéis a criança socializa e aprende."


segunda-feira, 21 de março de 2016

DESPERTANDO A CRIANÇA QUE EXISTE EM NÓS

Na aula de Ludicidade e Educação, tivemos a oportunidade de brincar e despertar a nossa criança interior. Rimos muito, pois de certa forma, era engraçado nos ver brincando igual crianças. Foi super divertido brincar de "Adote um cachorro", fizemos um circulo com as cadeiras. Uma colega ficava atrás de uma cadeira de pé com as mãos para trás (a dona do cachorro) e outra, sentada na cadeira ( o cachorro). Uma das colegas que estava atrás da cadeira, ficaria sem cachorro, ou seja, sua cadeira ficaria vazia. essa colega que estava com a cadeira vazia, tinha que adotar um cachorro (colegas sentadas) das outras com um piscar de olhos. A colega que recebia o piscar de olhos, tinha que se levantar e vir sentar na cadeira vazia. Porém, a colega que era a dona do cachorro, que estava de pé atrás, deveria evitar encostando no cachorro com a mão. Caso a dona do cachorro conseguisse evitar que o cachorro fugisse, continuava com seu cachorro. Mas se o cachorro conseguisse fugir antes da dona encostá-lo, essa deveria adotar um novo cachorro, piscando o olho para as demais colegas(cachorros).
Vivenciar essa brincadeira, foi muito interessante, pois foi possível nos colocar no lugar das crianças e sentir o quanto é divertido e o quanto exigiu das alunas nessa simples brincadeira. Foi preciso atenção, habilidade de ser discreta para não ser percebido pelos donos dos cachorros, rapidez de reação ao perceber que alguém piscou o olho para nós, tivemos que lidar com a frustração de não conseguirmos segurar nosso cachorro, ou de não conseguir adotar um, foi possível lidar com o sucesso, quando conseguíamos atingir nosso objetivo e em meio a tudo isso, muita risada e diversão.
Brincar rejuvenesce, saí do campus me sentindo uma criança.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Início do Novo Semestre - Eixo III


 

Um novo semestre se inicia e com ele surgem novas expectativas. A ansiedade dá lugar à curiosidade, pois como já conheço o funcionamento do curso, parto de um novo lugar. Sinto que à medida que avanço no curso, vou tecendo a rede que sustenta minha prática pedagógica. Esse semestre, certamente, será muito prazeroso, pois é recheado de interdisciplinas que muito me agradam. Literatuta, Música, Ludicidade, Libras, Artes Visuais e o nosso conhecido Seminário Integrador.
Acredito que esse eixo, assim como todos os outros, acrescentará muito em minha prática docente. Sempre procurei estar aberta ao novo e àquilo que me torna uma profissional mais competente. Para ser um bom professor, não basta ter boa vontade e dedicação, é preciso conhecimento e compromisso. Por isso, aproveito cada novo conhecimento, não consigo ser a mesma professora que fui há anos atrás. O conhecimento nos compromete a sermos coerentes com a verdade.