terça-feira, 13 de outubro de 2015

O INCONSCIENTE HUMANO

Sigmund Freud, o pai da Psicanálise, fez grandes descobertas à cerca do inconsciente humano. Desejos reprimidos ou vivências traumáticas ficam no nosso inconsciente e aparecem através dos sonhos, dos sintomas neuróticos ou atos falhos e interferem muito mais do que imaginamos em nossa vida. O nosso comportamento em relação às pessoas  as quais convivemos e em relação ao mundo depende do que trazemos no nosso inconsciente.
Os alunos, muitas vezes, não aprendem, por terem algum bloqueio a nível inconsciente que o impede de aprender. Experiências negativas na escola, ou em família relacionadas ou não à aprendizagem.
Precisamos pensar  o que leva um aluno a não acreditar na sua capacidade de aprender. Muitas vezes, consideramos só o cognitivo, mas precisamos considerar o emocional, levar em conta o que é capaz de "tocar" aquele aluno, como despertar se desejo, sua pulsão de vida.  Precisamos refletir sobre o que está por trás de um comportamento agressivo de um aluno.

 

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Infância Instantânea

Na Interdisciplina de "Infância de 0 a 10 anos" estudamos dois textos bem importantes:
  • Tudo, ao mesmo tempo, agora! A vida urgente das crianças contemporâneas - Mariangela Momo (UFRN) 
  • O direito à tristeza (Contardo Calligaris).
Os textos trazem uma reflexão acerca da instantaneidade da vida pós-moderna. As pessoas e as crianças estão sendo "bombardeadas" pela mídia do consumo. Com isso, as crianças passam a desejar produtos como se isso fosse o fato mais importante da vida, mas no momento em que ganham, perdem o interesse rapidamente e passam a desejar outra coisa. 
A descartabilidade dos produtos é tão grande que as indústrias, não dão tanta ênfase ao produto quanto à sua marca. 
Os pais na ânsia de fazer seus pequenos felizes. Compram, dão o presente que o filho tanto quer na certeza que aquilo realmente possa ser o mais importante. Mas ao se deparar com a insatisfação do filho em não ter um outro produto o frustra. 
Os pais sentem a necessidade de ver seus filhos sempre felizes, e com isso, perdem oportunidade importantes de deixarem as crianças se frustrarem também, com as coisas da infância, em não ganhar esse o aquele brinquedo que gostaria, para que possa ser adulto capaz de reagir equilibradamente diante das frustrações.

Na escola, enquanto professora, procuro orientar os pais  e  faço significativas reflexões com as crianças quanto a isso.  A escola deve ter o cuidado de não reforçar o que a mídia faz com as pessoas no intuito de incentivar o consumo.